terça-feira, 26 de junho de 2007

REPUBLICA SOCIALISTA DE PORTUGAL

U. D. S. P.

UNIÃO DISTRITOS SOCIALISTAS DE PORTUGAL

Na próxima reunião de Concelho de Ministros, o Primeiro-ministro José Sócrates vai anunciar a nova proposta de revisão da constituição, já discutida na Comissão Politica do P.S. e aprovada por maioria. Os partidos políticos são proibidos em Portugal. Portugal passa a ter um único partido. Partido Socialista de Todos os Portugueses.

Segundo o Primeiro-ministro de facto não faz sentido a actual situação de vários partidos em Portugal, depois da experiência do Cavaquistão bem sucedida, Zé Sócrates tem experimentado com bastante sucesso o Sócrastão.

De facto diz o Zé, temos experimentado este novo desempenho com bastante sucesso. Segundo o Zé o povo português é mandrião, ignorante e estúpido. Precisa de pulso firme, de rédea curta, ganhar pouco e pagar muito, para dar a quem merece; os governantes, amigos e comissários políticos.

Comentando o desempenho do governo actual, diz que tem pena que de vez em quando alguns governantes se tenha “descaído” e ter dito aquilo que pensamos, como os portugueses são uns pelintras na China, os Camelos do Alentejo, os ignorantes dos Professores, os calões da função pública ou ainda dos incompetentes e incumpri dores do sector da saúde.

Quanto ao desempenho de administradores e secretários de estado que tomam atitudes prepotentes que têm vindo a público. Sócrates desvaloriza, e afirma: Os comissários políticos não estão nos seus lugares para administrarem nem para pensarem, estão lá para cumprir ordens, vigiar e punir exemplarmente os funcionários que não se ajoelharem à minha passagem.

Aliás temos um longa experiência de que estes métodos resultam e nos vários tipos de climas desde aos rigores da União Soviética, até aos temperados do nosso Portugal de há 40 anos.

Respondendo aos escândalos que têm ensombrado muitos dos membros do partido inclusive ele próprio responde que isso é ingenuidade. Que a culpa não é daqueles que praticaram as ilegalidades, mas sim daqueles que as denunciam, porque se não viesse a publico, ninguém saberia de nada. Logicamente que é puro assassinato politico.

Sócrates não me disse isto. O Zé não tem quaisquer possibilidades de falar comigo, estamos tão distantes. Por isso aquilo que aqui expresso são elações da sua política e da sua gente, lamentando que entre eles se encontre a Comissão de Liquidação do hospital Amato Lusitano.

Porém como diria o Augusto: Os homens, faltos de sentimentos de honra, não ofendem, quando insultam; não se lhes pode pedir razão da infâmia, porque a não conhecem como tal; identificam-se com ela. Por isso, só resta um partido, é convidá-los a sair.

Vasco Juzarte Rolo

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